Mostrando postagens com marcador Lua. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Lua. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 15 de abril de 2014

Veja as fotos mais incríveis tiradas do eclipse lunar total



Este é primeiro de uma série de quatro eclipses lunares que deve ocorrer, aproximadamente, a cada 6 meses e se repetir apenas sete vezes neste século. O próximo eclipse total está previsto para o dia 8 de outubro. Ainda este ano, também será possível observar dois eclipses solares um em abril e outro em outubro.
Perdeu o eclipse? Sem problemas! Assista a transmissão ao vivo gravada clicando aqui!







Fonte: G1

segunda-feira, 14 de abril de 2014

AO VIVO, Eclipse Lunar total



Eclipse Lunar Total de 15 de abril de 2014 ocorrerá durante a madrugada do dia 14 para o dia 15 pro volta das 3 horas da madrugada.
O Eclipse Lunar de abril de 2014 poderá ser visto de todo o Brasil, entre a meia-noite e o amanhecer. Não perca essa oportunidade de observar um eclipse lunar total.
Assista ao vivo, aqui mesmo em nosso site a transmissão do Eclipse Lunar, transmissão feita pela pagina Ciência e astronomia!

domingo, 6 de abril de 2014

5 curiosidades que você precisa saber sobre a Lua



A Lua é o único satélite natural da Terra e o quinto maior do Sistema Solar. É o maior satélite natural de um planeta no sistema solar em relação ao tamanho do seu corpo primário.

Aqui vai 5 curiosidades sobre a Lua:

1: Os dias lunares são escaldantes e a noites extremamente frias. A temperatura superficial varia de -150º C a 120º C.
2: A atmosfera lunar é constituída dos seguintes gases, na ordem: neônio, hélio, hidrogênio e argônio. A crosta é formada por rochas ricas em cálcio.

3: A Lua se afasta da Terra a uma velocidade um a três centímetros por ano e três metros por século.

4: As primeiras observações da Lua com telescópios são de de novembro de 1609 e foram feitas por Galileu Galilei.

5: Um dia lunar dura 29,53 dias terrestres.

quarta-feira, 2 de abril de 2014

Astrônomos descobrem a verdadeira idade da Lua



Há muito tempo sabe-se que a nossa lua se formou depois que a Terra foi atingida por um planeta do tamanho de Marte há bilhões de anos, mas quando isso aconteceu era até bem pouco tempo atrás motivo de debate.
Alguns cientistas acreditavam que o evento ocorreu cerca de 30 milhões de anos após a formação do sistema solar, enquanto outros afirmam que isso aconteceu até 100 milhões de anos depois.
Usando medições do interior da Terra, juntamente com simulações de computador, uma equipe internacional de cientistas planetários afirma que a última estimativa é a mais correta- e descobriram através do que eles estão chamando de um “relógio geológico”.
Pesquisadores da França, Alemanha e EUA realizaram 259 simulações em computador do crescimento de Mercúrio, Vênus, Terra e Marte.
Durante esta análise, os cientistas descobriram uma ligação entre quando a Terra foi atingida, e a quantidade de material adicionada à Terra após o impacto.
Esta relação funciona como um relógio, até à data do evento de formação da lua. Segundo os cientistas, este é o primeiro “relógio geológico” na história do sistema solar, isto é, que não depende de medições e interpretações do decaimento radioativo de núcleos atômicos para determinar a idade.

“Estávamos ansiosos para encontrar um “relógio” para o tempo de formação da Lua, que não depende de métodos de datação radiométrica”, disse o principal autor Seth Jacobson, do Observatório de la Cote d’Azur, em Nice, na França.
O estudo demonstrou que a abundância de elementos altamente siderófilos no manto da Terra – elementos atômicos que são quimicamente relacionados com ferro – é diretamente proporcional à massa liberada após o impacto da Terra.
A partir destas medições geoquímicas, o relógio recentemente estabeleceu que a lua se formou aproximadamente 95 milhões de anos após a origem do sistema solar – com um grau de incerteza entre 32 e 39 milhões de anos.
Pensa que o sistema solar se formou 4,6 bilhões de anos atrás, com o colapso gravitacional de parte de uma nuvem molecular.

Quantas vezes o Homem já foi na Lua?

O Homem já pisou na Lua seis vezes, todas em missões dos EUA. Os astronautas que colocaram os pés em solo lunar foram Neil Armstrong e Edwin Eugene “Buzz” Aldrin Jr. Depois disso, mais dez pessoas, em cinco missões, chegaram ao nosso satélite natural, de acordo com a NASA.

Missões e astronautas que desceram na Lua:

1: Julho de 1969 – Missão Apollo 11 – Neil Armstrong e Edwin Eugene “Buzz” Aldrin Jr.
2: Novembro de 1969 – Missão Apollo 12 – Charles “Pete” Conrad e Alan Bean
3: Fevereiro de 1971 – Missão Apollo 14 – Alan Shepard e Edgar Mitchel
4: Julho de 1971 – Missão Apollo 15 – David Randolph Scott e James Irwin
5: Abril de 1972 – Missão Apollo 16 – John Watts Young e Charles Duke
6: Dezembro de 1972 – Missão Apollo 17 – Eugene Cernan e Harrison Schimitt

Vídeo incrível mostra a Lua orbitando a Terra



De acordo com Scott Bolton, o principal investigador da Missão Juno da NASA, “se o capitão Kirk da USS Enterprise dissesse ‘Nos leve para casa, Scotty,’ essa seria a imagem que a tripulação veria.” É um vídeo incrível: as imagens da Lua orbitando em torno da Terra foram capturadas pela primeira vez.
Bolton descreve o vídeo: “Nas imagens, você pode observar como se estivesse dentro da Juno enquanto ela se aproxima da Terra e depois retorna para a escuridão do espaço. Não há uma imagem anterior que capture a valsa celestial entre a Terra e a Lua.”



A sequência foi filmada enquanto a Juno passou pela Terra em 9 de outubro de 2013. Nessa passagem, a nave estava a uma velocidade de aproximadamente 8.800 milhas por hora (cerca de 7,3 quilômetros por segundo), o que a colocou em rota para chegar a Júpiter em 4 de julho de 2016. Os cientistas testaram uma das câmeras da Juno, “otimizada para rastrear estrelas de brilho fraco” e capturaram essa incrível visão da Terra e da Lua em sua eterna dança.

John Jørgensen, da Universidade Técnica da Dinamarca, o projetista da nave que investiga estrelas, diz: “Tudo o que os seres humanos são e tudo o que eles fazem está representado nessa imagem.”
Concordo. Ela vai fazer com que você se sinta insignificante, mas você deveria se sentir incrivelmente sortudo por um dia ter se materializado no nosso pequeno planeta.
Fonte: Gizmodo

quarta-feira, 26 de março de 2014

Você sabia que a Lua cheia pode atrapalhar o sono?

Sim, as fases da Lua podem afetar o sono das pessoas. Essa afirmação foi feita por cientistas da Suíça. Segundo os pesquisadores, a atividade cerebral ligada ao sono profundo diminui até 30% durante a Lua cheia.
Os cientistas do Hospital Psiquiátrico da Universidade de Basileia analisaram o comportamento de mais de 33 voluntários em dois grupos etários. Todos os participantes passaram períodos de cinco dias em uma clínica de sono.
Os pesquisadores concluíram, então, que os ciclos lunares e o comportamento do sono humano estão conectados, apesar das influências externas da vida moderna, como a luz elétrica.

Para chegar a essa conclusão, os cientistas monitoraram por medições de eletroencefalograma alguns padrões cerebrais nos participantes, os movimentos oculares e as secreções hormonais, como melatonina e cortisol, o hormônio do estresse.
Durante a Lua cheia, os participantes demoraram 5 minutos a mais para adormecer e descansaram 20 minutos a menos, em média, ao longo da noite. Os participantes também apresentaram níveis mais baixos de melatonina durante a Lua cheia. Esse hormônio regula os ciclos de sono e vigília.
A Lua não influencia apenas os humanos. Em alguns animais, as fases da Lua coordenam o comportamento de reprodução. A influência do campo gravitacional da Lua e do Sol sobre a Terra também interferem nas marés dos oceanos.
Fonte: INFO

Por que a gente só vê um lado da Lua?

Observadores atentos na Terra podem notar que a lua essencialmente mantém o mesmo lado voltado para o nosso planeta. Isso pode levar à pergunta, será que a lua gira? A resposta é sim, embora possa parecer o contrário do que os nossos olhos observam.

O lado escuro da lua

A Lua orbita a Terra uma vez a cada 27,322 dias. Ela também leva aproximadamente 27 dias para girar uma vez em torno de seu eixo. Como resultado, a lua parece não estar girando para observadores terráqueos. Os cientistas chamam isso de rotação sincronizada.
O lado da lua que fica perpetuamente voltado para o planeta é conhecido como o lado próximo. Às vezes, o outro lado é chamado de lado escuro da lua, mas isso é impreciso. Quando a lua está entre a Terra e o Sol, durante a fase de lua nova, o lado escuro da lua é banhado pela luz solar.
A órbita e a rotação não se adequam perfeitamente, no entanto. A Lua viaja ao redor da Terra em uma órbita elíptica, um círculo um pouco esticado. Quando a lua está mais próxima da Terra, a sua rotação é mais lenta do que a sua viagem através do espaço, permitindo que os observadores vejam 8 graus adicionais do lado oriental. Quando a lua está mais distante, a rotação é mais rápida, e por isso, 8 graus adicionais são visíveis no lado ocidental.

Se você pudesse viajar para o lado mais distante da Lua como os astronautas da Apollo 8, você veria uma superfície muito diferente da que está acostumado. Enquanto o lado mais próximo da Lua tem grandes planícies escuras criadas por fluxos de lava solidificada, o outro lado é repleto de crateras.

quinta-feira, 20 de março de 2014

AO VIVO, ocultação de Saturno pela Lua

Hoje 20 Março por volta das 22:30 teremos uma transmissão ao vivo da ocultação de Saturno pela Lua.
A pagina Ciência e Astronomia irá fazer a transmissão ao vivo desse grande evento astronômico, que irá durar pouco mais de 45 minutos.

Assista abaixo:


Créditos da transmissão: Ciência e Astronomia

domingo, 23 de fevereiro de 2014

Como seria se a Lua nunca tivesse existido?

Você já parou para pensar o que aconteceria se um grande evento na história do universo tivesse ocorrido de forma ligeiramente diferente? Quais consequências nós veríamos?
Imagine, por exemplo, se a lua nunca tivesse se formado. Como seria a vida na Terra?
Os cientistas acreditam que o material arrancado por uma colisão titânica entre o nosso planeta recém-formado e um corpo celeste do tamanho de Marte, cerca de 4,5 bilhões de anos atrás, formou a nossa lua.
Se não houvesse essa colisão, não haveria lua. A vida na Terra seria migratória e teria ciclos de dia e noite mais curtos, se é que existiria algum ciclo.
Segundo Neil Comins, professor de física da Universidade do Maine, EUA, as grandes marés causadas pela lua, que orbitava muito perto da Terra quando se formou, levou os blocos químicos de construção da vida da terra para os oceanos, e ajudou a “agitar a sopa primordial” da vida.

Também, a gravidade da lua ajudou a lenta rotação da Terra de, inicialmente, seis horas por dia para os nossos dias atuais de 24 horas. Ao mesmo tempo, a lua estabilizou a inclinação do eixo do nosso planeta, moderando assim nossas estações.
As formas de vida em uma terra sem lua, portanto, teriam diferentes padrões de atividade por causa de dias e noites mais curtos. “As criaturas que viveriam aqui poderiam precisar migrar com mais frequência para lidar com oscilações climáticas extremas”, disse Neil Comins.
A ausência da lua também iria afetar a vida de forma menos profunda: não ter uma lua pode significar nenhuma corrida espacial, o que provavelmente significa que, ou demoraríamos mais para descobrir o universo, ou não o faríamos.

sexta-feira, 21 de fevereiro de 2014

Você sabia que a Terra tem mini-luas?

A Terra é um corpo rochoso massivo, e portanto, atrai objetos menores para sua órbita. A lua que embeleza as nossas noites é somente o maior satélite natural em órbita, mas não o único. A gravidade do planeta pode atrair alguns objetos menores, como asteróides, os transformando no que os cientistas chamam de “miniluas”. Essas miniluas ficam apenas um período de tempo limitado na órbita terrestre, diferentemente da Lua.
Hoje, sabemos da existência de duas miniluas em órbita da Terra – um asteroide do tamanho de uma máquina de lavar e outro com mais de seis metros de diâmetro. Felizmente, esses satélites que a Terra consegue capturar não oferecem qualquer risco de colisão.
Existem inclusive diversos projetos que visam explorar essas miniluas, uma vez que elas contém informações valiosas sobra a origem e evolução do sistema solar.
Vale lembrar, no entanto, que podem existir muito mais objetos em órbita. Mas como eles geralmente são muito pequenos e escuros, é extremamente difícil detectá-los. Para esses objetos, os astrônomos criaram a categoria chamada “quase-satélites”,  e diferentemente das miniluas, não são considerados luas secundárias.

quarta-feira, 19 de fevereiro de 2014

Hoje a Lua, Marte e Spica entraram em conjunção

Se o tempo estiver claro na noite dessa quarta-feira (19 de fevereiro), dê uma olhada para o céu na direção da Lua – ela formará um triângulo com Marte (o ponto mais brilhante) e a estrela Espiga.
O raro triângulo celeste pode ser visto na direção leste. A Lua estará  75% iluminada, chegando em sua fase minguante. Espiga é uma estrela brilhante da constelação de Virgem, e Marte apresentará seu habitual tom avermelhado.

A formação triangular estará visível somente a partir das 21h, quando os objetos irão nascer a leste. Dependendo de sua região, esse horário não será bom para observar, uma vez que os objetos estarão muito próximos do horizonte. Somente a partir da 0h que eles ficarão em uma região mais alta do céu, permitindo uma visualização mais fácil.

Veja uma incrível imagem paranômica da Lua

Depois de a China ter lançado para a Lua a nave não tripulada nomeada de Chang’e – referência a uma deusa da mitologia chinesa –, a sonda descarregada apelidada de Yutu conseguiu uma imagem panorâmica em alta qualidade que mostra a beleza vazia do satélite natural considerado o quinto maior do Sistema Solar. 


Na imagem abaixo é possível conferir a última reprodução panorâmica feita durante a missão norte-americana Apollo 17, realizada em 1972.

quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014

NASA quer minerar na Lua com ajuda de empresas privadas

A NASA já tem parcerias de sucesso com empresas privadas para reabastecer a Estação Internacional Espacial. Agora, a agência espacial está buscando outras companhias para ajudá-la a explorar os recursos naturais da Lua, como o hélio 3 e metais raros.
Na sua mais recente iniciativa, revelada no final de janeiro, a agência espacial dos Estados Unidos está propondo que empresas privadas tirem proveito do amplo conhecimento da NASA, de seus engenheiros e do acesso às suas instalações para ajudar a projetar e construir robôs lunares.

Mas, ao contrário dos contratos da NASA com SpaceX e Orbital Sciences para entregar a carga para a Estação Internacional Espacial, a nova proposta não obteria nenhuma verba do governo norte-americano.
“Missões recentes na órbita da Lua revelaram evidências de água e outras substâncias interessantes sobre o solo lunar. Mas, para compreender a extensão e a acessibilidade desses recursos, precisamos chegar à superfície e explorá-la de perto. As capacidades de pouso lunar comercial poderiam contribuir para a perspectiva em utilizar esses recursos, permitindo atividades comerciais e de pesquisa”, explicou Jason Crusan, diretor de sistemas de exploração avançados da NASA.

Parcerias:

Segundo o PHYS.ORG, em 2013 a NASA chegou a um acordo com a Bigelow Aerospace para desenvolver um envolvimento do setor comercial com a agência espacial, especialmente focado nos planos de construir uma base lunar. Fundada pelo bilionário dos EUA, Robert Bigelow, a empresa oferece módulos espaciais infláveis.
“Essas parcerias funcionam muito bem em órbita mais baixa”, disse Michael Gold, da empresa Bigelow, referindo-se aos contratos de reabastecimento na Estação Espacial Internacional.
"Não há nenhuma razão para que esse projeto não funcione tão bem na Lua. Além disso, neste ambiente austero (de orçamento), faz sentido para alavancar os investimentos e recursos do setor privado. É a melhor opção disponível para avançar, por falta de capital federal", disse ele.
De acordo com Gold, essa abordagem é mais barata do que uma missão espacial padrão totalmente paga pelo governo federal. "Eu acho que há um grande potencial comercial na Lua”, disse ele, citando as reservas significativas de hélio 3, o que é raro na Terra e que pode ser desenvolvido em um ambiente limpo ideal de combustível de energia para a fusão nuclear.

O solo lunar também é rico em minerais mais nobres da Terra, incluindo 17 elementos da tabela periódica que estão em um aumento de demanda atualmente, porque eles são muito utilizados em produtos eletrônicos.
"Há uma grande quantidade de oportunidades para uma grande variedade de empresas, não só na América, mas em todo o mundo", afirmou Gold. John Logsdon, ex-diretor do Instituto de Política Espacial da Universidade George Washington, disse que essas parcerias privadas poderiam ser uma maneira de a NASA retornar com as missões à Lua sem violar a política do presidente que diz que eles não deveriam voltar.
Logsdon estava se referindo à decisão de Barack Obama, de 2010, em cancelar o programa criado por seu antecessor, George W. Bush, que planejava o retorno de americanos à Lua até 2020, antes de embarcar para Marte, mas foi considerado muito caro.
O chefe da NASA, Charles Bolden, disse no ano passado que sua agência não iria assumir a liderança em uma missão lunar tripulada, mas não descarta a possibilidade de participar de uma liderada por uma empresa privada ou por outro país.

segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014

Os Estados Unidos planejava explodir uma bomba nuclear na Lua

No auge da Guerra Fria, a Força Aérea dos Estados Unidos considerou um plano para detonar uma arma nuclear na superfície da Lua. O projeto foi considerado muito arriscado e mantido em segredo por mais de 40 anos, quando o ex-executivo da NASA Leonard Reiffel forneceu detalhes da trama, em 2000.
A corrida espacial teve um papel importante na Guerra Fria – as duas superpotências EUA e URSS estavam competindo pelo pioneirismo espacial. Em 1957, os soviéticos assumiram a liderança quando colocaram o satélite Sputnik na órbita da Terra. Para não ficar atrás, os EUA desenvolveram o Projeto A119, ou “Estudo de Voos Lunares Investigativos”, uma trama para explodir uma bomba nuclear na superfície da Lua.

A bomba nuclear que os EUA visava explodir na Lua era do mesmo tamanho e potência daquela detonada em Hiroshima, no término da Segunda Guerra Mundial. A explosão poderia ser vista a partir da superfície da Terra e colocaria os EUA “um passo à frente” da União Soviética naquele momento.
No entanto, os riscos envolvidos no lançamento, bem como a possibilidade de efeitos altamente negativos na Lua (inclusive travando as chances de uma missão lunar tripulada que viria no final da década seguinte) fez a Força Aérea a desfazer seus planos. Devido à Lei de Liberdade de Informação, os planos foram divulgados em 2000, embora a Força Aérea dos EUA ainda negue qualquer envolvimento com o Projeto A119.

quarta-feira, 29 de janeiro de 2014

A NASA está planejando produzir água na Lua e oxigênio em Marte

A NASA está planejando missões para demonstrar como produzir água na Lua e oxigênio em Marte.
As iniciativas fazem parte de uma estratégia de exploração espacial em evolução que depende de recursos nativos.
Estudos mostram as opções mais viáveis ​​para futuras expedições humanas a Lua ou a Marte exigem o que é conhecido como “a utilização de recursos locais”, ou IRSU, para diminuir os enormes custos de lançamento.
O primeiro teste de ISRU no espaço deve acontecer em 2018. A NASA planeja lançar uma missão chamada Resource Prospector, que inclui um rover com instrumentos indicadores de hidrogênio, perfurador e aquecedor de amostras. A sonda irá procurar por vapor de água e outros voláteis na lua.
O vapor também então ser re-condensado para formar água.
Um segundo experimento ISRU inclui uma sonda em Marte, que deve ser lançada em 2020. O dispositivo, que ainda tem de ser selecionado, puxaria dióxido de carbono da atmosfera do planeta, filtraria a poeira e outras partículas e prepararia o gás para processamento químico em oxigênio.
“É a química básica”, disse o geólogo planetário Paul Spudis. “Os problemas reais não são o processo básico. As questões são as coisas imprevisíveis sobre o meio ambiente, seja na lua, seja em Marte, que não sabemos ou não prevemos que vão afetar a produção de água ou oxigênio”.
Se as missões forem bem sucedidas, podem ser o ponto chave para futuras bases na Lua ou a colonização de Marte.

segunda-feira, 30 de dezembro de 2013

Veja como será o céu entre os dias 30 de dezembro a 5 Janeiro e os principais eventos astronômicos de 2014

Neste vídeo você verá quais foram os principais eventos astronômicos de 2013 e os principais de 2014 e como será o céu entre os dias 30 de dezembro a 5 Janeiro.

Veja:



O site Mistérios do Espaço agradece a todos que vistam e Feliz 2014 a Todos! :)
Vídeo: univesptv

terça-feira, 17 de dezembro de 2013

E se as luas de Júpiter substituíssem a nossa Lua?

A vida é uma confusão. É turbulenta e caótica. No entanto, em um mundo que está em constante evolução, há algumas coisas que podemos confiar – coisas que ajudam a manter a vida estável. Primeiro, há o sol. Levanta-se a cada dia, dando-nos a luz e energia que precisamos para sobreviver, e então lentamente desliza por trás do horizonte.
O mesmo acontece com a lua. Cada noite, ela silenciosamente se arrasta pelo céu, agindo como um farol de luz em um mundo cada vez mais escuro. Então, o sol espreita de volta no horizonte, fazendo com que a presença da lua se torne cada vez menos evidente ao passar das horas – até que o ciclo começa novamente. Uma coisa é certa… a lua é muito mais do que um pedaço de rocha… é uma figura amigável e familiar. Mas e se a Lua não fosse a nossa lua? E se a Lua fosse substituída por outro corpo celeste? Como, uma das luas de Júpiter?
Como você pode ver: Europa seria a lua galileana mais fabulosa para substituir a nossa. É um dos objetos mais reflexivos em nosso sistema solar. Como é tão reflexiva, Europa seria extremamente brilhante se estivesse localizada em nosso céu noturno.
Calisto. Se você acha que a nossa lua é bonita de se olhar através de um telescópio, você se surpreenderia com Calisto. É uma das mais antigas e fortemente marcadas luas em nosso sistema solar. Além disso, uma vez que sua superfície é repleta de crateras, Calisto nos traz pistas importantes sobre o início do nosso sistema solar, então tê-la tão perto da Terra seria bastante útil.
Io pode não parecer muito impressionante nesta imagem, mas seria fantástica também. É o lar de cerca de 300 vulcões – com muita atividade geológica contínua. Caso você não sabia, 300 vulcões fariam da lua uma vista bastante surpreendente. Além disso, alguns de seus vulcões, que são pensados ​​para acolher corpos subsuperficiais de magma derretido, podem disparar lava a centenas de quilômetros para o espaço.
Por último, Ganimedes, a maior lua em nosso sistema solar. Ela também pode hospedar um corpo subterrâneo de água, o que seria bastante interessante do ponto de vista astrobiológico.

domingo, 1 de dezembro de 2013

NASA planeja cultivar plantas na Lua em 2015

A NASA, com o apoio de empresas privadas e estudantes, está dando início a um novo programa que irá testar se plantas conseguem germinar em ambiente lunar. O experimento, se bem sucedido, poderá ser um passo importantíssimo para uma futura habitação humana na Lua.
“Nós estamos construindo uma pequena unidade de demonstração para estudar a germinação de plantas na gravidade e radiação lunar”, disse a agência em um comunicado.
O projeto faz parte da competição ‘Google Lunar XPRIZE’, organizada pela XPRIZE Foundation e patrocinada pelo Google. O prêmio será concedido à empresa privada que aterrissar na Lua, viajar 500 metros, abaixo ou sob a superfície lunar e enviar para a Terra um conjunto de vídeos, imagens ou dados. Para ganhar prêmios adicionais, a empresa poderá explorar o ambiente. A competição tem seu final programado para o dia 31 de dezembro de 2015.
Arabidopsis, manjericão e sementes de nabo serão enviadas para a Lua e serão colocadas em contêineres do tamanho de uma xícara de café que serão vigiados por sensores e câmeras que acompanharão o crescimento das sementes durante um período de 5 a 10 dias. O desenvolvimento das plantas será comparado com o crescimento de plantas em contêineres idênticos na Terra.
Mesmo que a NASA não obtenha sucesso com o projeto, os cientistas aprenderão muito sobre o comportamento das plantas em condições não usuais, além de que a missão não custará muito aos bolsos da agência. De acordo com Chris McKay, cientista planetário, o projeto custará cerca de 2 milhões de dólares.

sexta-feira, 8 de novembro de 2013

A incrível e violenta história da Lua

Nossa lua nasceu com fogo e violência. Praticamente tudo que vemos hoje, a partir de suas crateras de impacto, é resultado de eventos cataclísmicos. Esses exemplos revelam como foi a história da Lua.
4,5 bilhões de anos. Theia, um planeta do tamanho de Marte, se colide com a Terra primordial. A grande colisão. O impacto descasca a Terra como uma laranja. Titânicas massas de material de ambos os planetas são lançadas para o espaço. O núcleo de Theia eventualmente afunda no centro de nosso planeta, onde permanece até hoje. Durante um curto período, a Terra ficou rodeada por um anel de detritos. O anel era apenas temporário, no entanto: ele logo começou a fundir-se em uma massa sólida. Apenas alguns anos poderiam ter sido necessários para que ele transformasse em uma lua, que orbita a Terra até hoje.
A superfície da lua recém-nascida foi largamente fundida à medida que se formou a partir do material de acreção do anel de detritos. Ao fundo, a Terra vai se curando do impacto lentamente.
A superfície da lua está esfriando. Sua agora sólida crosta está repleta de vulcanismo e contínuos fluxos de lava. A Terra nublada está cercada pelo resto do anel. Nosso planeta parece maior no céu lunar do que hoje porque a Lua estava muito mais perto. A lua de hoje não foi a única formada a partir do anel. Havia várias outras, orbitando pontos diferentes, A órbita de uma delas não era estável e, eventualmente, se colidiu com a lua maior em um impacto que destruiu o satélite menor, espalhando-a ao longo de um hemisfério inteiro, criando os lados incompatíveis que a Lua tem hoje. Uma eventual testemunha para o “pequeno impacto” teria visto um tsunami de rocha fundida rugindo sobre o horizonte. Milhões de anos de fluxos de lava gigantes e impactos de asteroides que perfuravam incansavelmente a crosta lunar resultaram nas planícies e crateras que vemos hoje na lua.
Um desses impactos, talvez o maior sofrido pela lua desde a colisão citada, criou a bacia Aitkens, uma das maiores estruturas de impacto no sistema solar. A data do impacto é incerta: pode ter ocorrido apenas pouco mais de 3 bilhões de anos atrás. Se assim for, a partir da Terra, onde as algas primitivas teriam sido a única testemunha, o impacto teria proporcionado uma visão impressionante.