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sábado, 12 de abril de 2014

Nasa está construindo uma nave para pousar em asteroide



A Nasa, agência espacial americana, deu sinal verde para começar a construção da primeira nave espacial que pousará em um asteroide. O lançamento está previsto para acontecer em 2016 a partir do Centro Espacial Kennedy.
A nave OSIRIS-Rex deve pousar no asteroide Bennu (1999 RQ36), que se aproximará da Terra em 2018. Com 500 metros de diâmetro, ele ficou conhecido por se aproximar da Terra ao ponto de causar pânico por uma possível colisão.
A órbita do asteroide cruza com a da Terra uma vez a cada seis anos. Bennu, na verdade, tem a chance de 0,0005% de acertar nosso planeta em 2018. Apesar de o risco ser pequeno, é mais perto do que a grande maioria dos asteroides do nosso Sistema Solar consegue chegar.

Bennu foi eleito alvo da sonda por sua aproximação com a Terra e por outros motivos. Sua rocha, por exemplo, é rica em carbono. Isso pode ajudar os cientistas a entender como um asteroide poderia ter dado origem à vida na Terra.
Quando a próxima aproximação acontecer, a sonda passará um ano explorando o asteroide. Depois, trará amostras do solo de volta para a Terra. Com o material coletado na superfície do asteroide, os pesquisadores poderão, então, descobrir pistas sobre a origem do Sistema Solar e de moléculas orgânicas responsáveis por originar a vida no nosso planeta.
Fonte: INFO

quinta-feira, 10 de abril de 2014

Qual foi o primeiro alimento a ser consumido no espaço?



Pisar na lua pela primeira vez talvez tenha sido uma das maiores realizações tecnológicas, científicas e políticas que marcou uma época, dando início a uma fase mais concreta da exploração espacial.
No dia 21 de julho de 1969, Neil Armstrong e Edwin “Buzz” Aldrin passearam pelo solo da Lua (o primeiro a pisar foi Neil seguido de Aldrin), fizeram os seus registros e depois voltaram para o módulo lunar, provavelmente com fome, mas o que será que eles comeram para comemorar? A resposta é bacon!
De acordo com as pesquisas de Amy Shira Teitel, do blog Vintage Space (do site científico Popular Science), após as primeiras pisadas na Lua, os astronautas fizeram a sua refeição com cubos de bacon. Sobre o cardápio da missão, Amy disse:
“Cubos de bacon estavam entre os alimentos armazenados no módulo lunar. E a refeição A, a primeira programada para ser consumida na Lua, era composta de bacon, pêssegos, cubos de biscoito doce, suco de toranja e abacaxi, além de café. Eles comeram a primeira refeição da História na Lua ligeiramente antes do previsto após o desembarque no Mar da Tranquilidade”.

No entanto, ter bacon como refeição nas missões espaciais não é novidade, conforme esclareceu Amy. Afinal, como qualquer boa organização dos EUA, a NASA também tem um caso de amor com essa parte defumada do porco. O café da manhã de diversos astronautas no espaço inclui esse item no cardápio, além de molho de maçã e a versão canadense de bacon.
O bacon é um alimento tão querido pelos cosmonautas que durante a missão Apollo 7, Walt Cunningham comentou uma vez com seu colega de missão Bill Pogue, durante um café da manhã, que "A felicidade é um pacote de quadrados de bacon no dia 10".

domingo, 6 de abril de 2014

Viagem à Marte pode ser prejudicial a saúde, Entenda.



Enviar homens a Marte pode expor esses astronautas a riscos de saúde que superam os limites fixados pela Agência Espacial Americana (Nasa, na sigla em inglês) - revela o informe elaborado por um comitê independente de especialistas.
"Provavelmente, esse tipo de missão exporia a tripulação a níveis de riscos conhecidos que vão além dos permitidos pelos critérios atuais em matéria de saúde, assim como a uma série de riscos ainda mal definidos, incertos e até imprevisíveis", ressalta o informe do Institute of Medicine (IOM).
Por esse motivo, qualquer missão de longo prazo ou para o espaço distante exigirá, nas próximas décadas, certo exame ético, ressalta o documento.
Hoje, os astronautas são enviados ao espaço em órbita terrestre baixa, onde podem permanecer entre três e seis meses a bordo da Estação Espacial Internacional (ISS, na sigla em inglês). Já uma expedição a Marte pode levar até 18 meses.

A Nasa anunciou que pretende enviar pessoas ao Planeta Vermelho até 2030 e está trabalhando na construção de um lançador e de um foguete espacial com esse propósito.
Os riscos para a saúde de missões curtas ao espaço podem incluir náuseas, um estado de fraqueza generalizado e alterações da visão, enquanto as missões prolongadas podem até incluir o surgimento de câncer induzido por rádio, ou a perda de massa óssea.
Dados esses riscos incertos e não totalmente conhecidos, a Nasa pediu ao IOM que implementasse um marco ético para guiar as decisões futuras nos voos espaciais tripulados.
Os membros do comitê de especialistas rejeitaram estabelecer uma série de critérios de saúde específica para as missões a Marte. Em seu lugar, o grupo concluiu que a única opção seria conceder exceções aos critérios de saúde atuais.

O IOM advertiu que a Nasa deve, apesar de tudo e em todos os casos, determinar se essas exceções são eticamente aceitáveis.
"Qualquer exceção deveria ser rara e ocorrer apenas em circunstâncias particulares", destaca o IOM, citando, por exemplo, a necessidade de que os astronautas possam decidir eles mesmos se participam (ou não) e a necessidade de se escolher missões benéficas para a sociedade em geral.
O comitê recomenda ainda à Nasa que contrate um seguro de vida para seus astronautas.
Fonte: INFO

sábado, 5 de abril de 2014

Vídeo mostra a imagem que a NASA levou 10 anos para capturar



A foto que ilustra essa matéria é apenas uma minúscula parte de uma gigantesca foto panorâmica capturada pelo telescópio espacial Spitzer da Nasa.
A captura feita em infravermelho pelo telescópio conseguiu agrupar toda a Via Láctea em uma única foto panorâmica — um arquivo de 6GB.
O telescópio Spitzer levou nada menos que 10 anos para capturar todas as imagens que geraram esta foto.
Para facilitar aos interessados, a Nasa separou a foto em uma série de imagens que podem ser acessadas na página oficial do Spitzer.
Além disso, também é possível baixar os arquivos em formato RAW — essas partes podem ser combinadas e formar a Via Láctea completa.

A foto original foi dividida em oito partes, sendo que cada uma contém 67.500 pixels. Uma impressão da imagem completa teria cerca de 45 metros de comprimento.
De acordo com a Nasa, a foto de 6GB traz detalhes de mais de 300 bilhões de estrela — sendo algumas com mais de 13.2 bilhões de anos — que ocupam uma galáxia com cerca de 100 mil anos luz de diâmetro.
A Nasa também divulgou um vídeo (abaixo) que garimpa por algumas das partes desta foto da Via Láctea.
Fonte: INFO

segunda-feira, 31 de março de 2014

De acordo com a NASA no espaço os corações ficam esféricos

 
Um novo estudo de uma dúzia de astronautas da NASA descobriu que a exposição à microgravidade faz com que os corações ganhem uma forma esférica – uma mudança que pode levar a problemas cardíacos graves.

Este é mais um estudo apontando para os perigos da exposição prolongada a ambientes extremos de baixa gravidade. Estudos anteriores mostraram que os astronautas sofrem atrofia muscular, perda de densidade óssea, enfraquecimento da resposta imunológica, e descondicionamento cardiovascular. A microgravidade inibe a expressão gênica (incluindo sinalização celular, resposta ao estresse e mudanças de temperatura), que danifica nossos olhos e cérebro (incluindo algum inchaço do cérebro), e induz a disfunção endotelial – o envelhecimento acelerado das células endoteliais que revestem as superfícies internas de vasos sanguíneos.
E agora podemos adicionar um novo problema cardiovascular à lista: corações redondos. A descoberta foi feita pelo cientista da NASA James Thomas.
A equipe de Thomas utilizou máquinas de ultra-som instaladas na Estação Espacial Internacional para tirar fotos dos corações dos astronautas. Os resultados mostraram que os corações se tornaram mais esféricos por um fator de 9,4%. A mudança era temporária, de modo que o coração retorna à sua forma normal pouco depois de voltar para a Terra. Os pesquisadores dizem que a forma esférica poderia significar que o coração está funcionando de forma menos eficiente, embora os efeitos na saúde a longo prazo ainda não são conhecidos.

Esta é uma notícia frustrante dado o potencial para uma missão de 18 meses a Marte. Os pesquisadores dizem que o conhecimento da quantidade e tipo de exercícios que os astronautas precisam para manter o coração saudável vai ser muito importante para garantir a segurança em uma viagem tão longa.